48 Também levantarei as minhas mãos para os teus mandamentos, que amo, e meditarei nos teus estatutos.
78 Envergonhados sejam os soberbos, por me haverem subvertido sem causa; mas eu meditarei nos teus preceitos.
82 Os meus olhos desfalecem, esperando por tua promessa, enquanto eu pergunto: Quando me consolarás tu?
99 Tenho mais entendimento do que todos os meus mestres, porque os teus testemunhos são a minha meditação.
108 Aceita, Senhor, eu te rogo, as oferendas voluntárias da minha boca, e ensina-me as tuas ordenanças.
116 Ampara-me conforme a tua palavra, para que eu viva; e não permitas que eu seja envergonhado na minha esperança.